Tudo sobre os Projetos Sociais desenvolvidos pelo Colégio Anglo-Brasileiro

2º EM organiza ações para arrecadar dinheiro e construir casa com a ONG TETO; Veja como colaborar

A parceria do Projeto Social do Anglo com a ONG TETO tem se concretizado dia a dia no colégio. As turmas do 2º ano do Ensino Médio planejaram e já estão colocando em prática diversas ações que visam arrecadar o dinheiro necessário para a construção de uma moradia emergencial numa comunidade carente.
“Estamos vendendo bolinhos, brigadeiros e paçocas por condomínios, prédios e no colégio também”, disse a aluna Júlia Braga. O grupo também criou um bazar online no Instagram com peças de roupas que já não usam mais. Para conferir, visite o IG@desapegateto. Tem shorts, blusas, saias, colares e brincos. E os produtos comprados por moradores de Salvador são entregues em casa.
As turmas ainda contam com doações da comunidade escolar. Casinhas azuis foram espalhadas pelo colégio e toda contribuição é bem-vinda. Cada sala de aula do Ensino Fundamental II, do Ensino Médio e a sala dos professores recebeu uma casinha. Periodicamente, os alunos recolhem as doações. “Achamos que assim ficaria mais fácil do que doar diretamente para nós porque, às vezes, as pessoas se esquecem de levar o dinheiro e, dessa forma, elas têm a casinha como lembrete”, explicou a aluna Luísa Nogueira.
Os alunos precisam arrecadar R$ 6.500,00 para construir uma moradia. A casa emergencial, construída numa comunidade de extrema pobreza, terá 6,1 x 3 m e será feita de madeira. O imóvel não é uma solução definitiva para a falta de moradia. É apenas o primeiro passo para o trabalho em conjunto. A ideia é que, com uma habitação mais digna, as famílias possam readquirir sua autoestima e começar a batalhar por mais qualidade de vida e um melhor lugar para morar.
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Nova parceria: Projeto Social vai atuar com a ONG TETO em comunidades carentes de Salvador

Criatividade, disposição e muita vontade de ajudar. Estes são os elementos básicos para garantir o sucesso da nova parceria do Projeto Social do Anglo-Brasileiro com a ONG TETO. Uma das ações da instituição, presente em 19 países da América Latina, é a construção de moradias de emergência em comunidades de extrema pobreza. Todo o colégio poderá colaborar efetivamente com o trabalho da TETO. Além disso, alguns alunos terão a oportunidade de pôr as mãos na massa e construir uma casa para uma família atendida pela ONG.
Representantes da TETO na Bahia visitaram as turmas do 2º ano do Ensino Médio, que irão encabeçar as ações no Anglo, para explicar a iniciativa. Cada moradia custa R$ 6.500,00. Esse valor será integralmente arrecadado pelos alunos em atividades planejadas por eles e realizadas no colégio. “As turmas ficaram muito sensibilizadas e estão cheias de ideias para captar recursos para a construção da casa”, afirmou a professora Cristina Abrunhosa, responsável pelos Projetos Sociais do Anglo.
Se tudo der certo, um grupo de 10 alunos maiores de 16 anos – o número de estudantes e a idade são definidas pela TETO – já participa da primeira construção no mês de maio. Os voluntários chegam à comunidade numa sexta-feira à noite e permanecem até o domingo. Como não leva tijolos e cimento, materiais de uma casa tradicional, a moradia pode ser totalmente construída em um final de semana.
Foto: Danilo Cardoso/Facebook Teto
A casa emergencial tem 6,1 x 3 m e é feita de madeira. O imóvel não é uma solução definitiva para a falta de moradia. É apenas o primeiro passo para o trabalho em conjunto. A ideia é que, com uma habitação mais digna, as famílias possam readquirir sua autoestima e começar a batalhar por mais qualidade de vida e um melhor lugar para morar.
Além de construir as casas, com a ajuda de voluntários a ONG realiza um trabalho de imersão nas comunidades que visa mobilizar e organizar a população local. O objetivo é fortalecer a localidade, identificar quais são os maiores problemas enfrentados pelos moradores e encontrar possíveis soluções. Todo o processo é uma ação conjunta entre os líderes comunitários, a população e os voluntários. “Os alunos poderão conhecer de perto a realidade local”, disse Cristina.
Os pais foram apresentados à nova parceria durante o Open House e serão informados a cada nova etapa.

Turma do 7º L do Ensino Fundamental joga rugby com membros da Paciência Viva

Os alunos do 7º L puderam aproveitar uma linda manhã ensolarada na praia de Jaguaribe aprendendo um novo esporte com integrantes da ONG Paciência Viva, instituição apoiada pelo colégio. A turma teve uma divertida aula de rugby. Esta foi mais uma atividade do Projeto Social do Anglo.
Acompanhados pela professora Cristina Abrunhosa, que orienta o Projeto Social, e por Miriam Venâncio, integrante do NAP responsável pelo 7º ano, os alunos mostraram disposição para aprender as técnicas da modalidade, que surgiu na Inglaterra. O rugby deu origem ao futebol americano, por isso, os dois esportes são muitos parecidos: ambos são jogados com as mãos e com uma bola oval.

Projeto Social: Alunos do 7º L conhecem Memorial Irmã Dulce

O Projeto Social do Anglo deu início ao calendário de visitas deste semestre. A primeira saída foi da turma do 7º ano L do Ensino Fundamental II. Os alunos conheceram o Memorial Irmã Dulce e viram um pouco da história da beata e o trabalho realizado em benefício da população carente.
A turma foi acompanhada pelas professoras Cristina Abrunhosa, que coordena o Projeto Social, e Malena Cordeiro. “A visita não tinha cunho religioso. Nosso objetivo era conhecer a história de vida e os valores pregados por esta grande personalidade baiana que foi Irmã Dulce”, disse Cristina. O passeio pelo memorial contou com oficinas, jogos, dinâmicas de grupo e um documentário.
Para o aluno Bento Nunes, que nunca havia visitado as Obras Sociais, a saída foi cheia de novidades. Ele descobriu que Irmã Dulce gostava de jogar futebol e torcia pelo Esporte Clube Ypiranga, um time tradicional fundado em Salvador em 1906. E não foi apenas isso. “Eu achava que ela havia falecido há muitos séculos atrás, e fiquei sabendo que, na verdade, foi na década de 1990”, disse Bento.
Bento e os colegas também conheceram o quarto onde a beata viveu parte de sua vida e ouviram relatos sobre sua história. Eles viram, por exemplo, que Irmã Dulce invadiu cinco casas na Ilha dos Ratos para abrigar doentes que ela recolhia nas ruas de Salvador. Expulsa das casas e sem ter para onde levar seus doentes, ela peregrinou por Salvador durante dez anos até conseguir espaço num galinheiro, ao lado do Convento Santo Antônio, para cuidar de 70 pessoas. Foi assim que teve origem as Obras Sociais Irmã Dulce.
Conheça o Memorial
Inaugurado em 1993, o Memorial Irmã Dulce é uma exposição permanente sobre o legado de amor e caridade da religiosa, reunindo mais de 800 peças que ajudam a preservar e manter vivos os seus ideais. O hábito usado por ela, fotografias, documentos e objetos pessoais são algumas das peças do acervo. O espaço é aberto à visitação de terça a domingo, das 10h às 17h.
Confira as imagens da saída na nossa página no Facebook.

Emoção marca visita do 8º ano J ao Hospital Martagão Gesteira

Cinquenta anos de história, mais de 4 mil crianças e adolescentes atendidos gratuitamente todos os meses, 220 leitos, mais de 20 especialidades médicas e cerca de 700 cirurgias realizadas mensalmente através do Sistema Único de Saúde (SUS). São apenas alguns números do Martagão Gesteira, primeiro hospital pediátrico do Norte-Nordeste. Mas, esses algarismos são insuficientes para mostrar o que o Martagão representa para os milhares de cidadãos beneficiados por seus serviços. Através do Projeto Social do Anglo, coordenado pela professora Cristina Abrunhosa, os alunos do 8º ano J do Ensino Fundamental II foram conhecer de perto esse gigante e a emoção bateu forte.
Acompanhados pelos professores de Francês Lara Portela e Juan Barahona, que também é tutor da turma, os alunos passaram uma manhã no Martagão. Eles entregaram alimentos, fraldas e brinquedos arrecadados. Fantasiada, a turma levou cadernos para pintar e lápis de cor para se divertir com as crianças que aguardavam atendimento e com as que estavam hospitalizadas. Elas também visitaram a brinquedoteca do hospital.
“Todos nós adoramos o passeio. Foi algo realmente tocante. Ficamos emocionados com as crianças de lá, todas sorrindo e felizes! Foi ótimo vê-las assim!”, contou a aluna Lara Valle. Ela também destacou que outro grande ponto da visita foi perceber que até mesmo os meninos da turma, mais durões, se emocionaram, ainda mais quando viram pacientes com a mesma idade que eles. “Ver os meninos daquele jeito foi algo muito bonito. Eles realmente se interessaram e participaram”, pontuou Lara.
“Foi muito interessante ver como cada aluno do 8º J reagiu e interagiu com as crianças”, comentou o professor Juan. “Alguns foram espontaneamente ao encontro das crianças, outros precisaram de um pouco mais de tempo para se soltar”, complementou.
Ana Beatriz confessou que estava nervosa porque não sabia o que esperar do encontro com as crianças, muitas debilitadas pelos problemas de saúde. “Vimos crianças abatidas e outras mais saudáveis, e eu me emocionei brincando com elas, por se divertirem tanto com a gente”, disse. Ela contou que, junto com seus colegas, também conversou com alguns pais e pôde perceber uma realidade bem diferente da sua. “Eu percebi que nem todos podem viver numa zona de conforto como a que eu tenho a chance de viver. As dificuldades não impediram aqueles pais de cuidarem de seus filhos. Muitos até saíram de sua cidade para conseguir atendimento”, diz. Para ela, o principal aprendizado foi notar a felicidade na maioria das crianças, mesmo com todos os obstáculos.
E, no quesito emoção, os professores não ficaram atrás. “Antes de chegar ao hospital, fiquei imaginando o quanto podíamos ajudar aquelas crianças. Achei que pudéssemos levar algo para elas… Ao chegar lá, tomei um banho de água fria porque eram elas que tinham muito a nos dar e nos ensinar”, contou a professora Lara. Ela viu mães guerreiras, cuidando com todo amor e paciência dos seus filhos, e muitas estavam contentes, provando que a alegria é um estado de espírito e não depende de condições externas. “Essa foi a mensagem que ficou para mim: ‘Veja como podemos ser felizes mesmo em momentos de tanta dificuldade’”, disse Lara.
A percepção de Juan foi bem parecida. Para ele, as crianças e os pais deram uma lição de vida, feita de coragem e vontade. Eles não pouparam sorrisos e bom humor, apesar do contexto. “Cheguei com cadernos e lápis, voltei com humildade e admiração”, concluiu.
Como ajudar
Também conhecido como Hospital da Criança, por ser referência em pediatria, o Martagão foi fundado em 1965 e, de lá para cá, firmou-se como um dos grandes defensores da vida das crianças carentes, reduzindo os índices de mortalidade infantil. No entanto, a continuidade de seu importante trabalho depende da solidariedade.
Alguns eventos acontecem ainda este ano com o objetivo de angariar fundos. No próximo dia 22, será realizada a Colorrida, uma corrida colorida em prol dos serviços de oncologia do hospital. Já no dia 18 de dezembro, Ivete Sangalo fará um show com o objetivo de conseguir recursos para a reforma do Martagão. Para participar desses eventos e conferir outras formas de colaborar com esse trabalho, clique aqui e visite o site do Martagão Gesteira.
Parabéns a todos. Nós também estamos emocionados e muito orgulhosos por vocês terem tirado lições tão valiosas.
Fotos: Comunicação Martagão Gesteira

Por iniciativa própria, alunos do Ensino Médio se inserem no Projeto Social com visita a orfanato

Ajudar o próximo é uma atitude que só traz benefícios tanto para quem recebe apoio quanto para aqueles que escolhem dedicar parte de seu tempo para fazer o bem. E foi com essa vontade de colaborar que alunos da turma do 2º ano V do Ensino Médio decidiram dar continuidade a suas participações no Projeto Social do Anglo. Na segunda, 26 de outubro, eles visitaram a Casa de Ajuda Social à Criança, no bairro do Itaigara, para levar alegria aos pequenos moradores.
O Projeto Social do Anglo mobiliza alunos do Ensino Fundamental II promovendo ações em diversas instituições de Salvador. Mas, alguns alunos do 2º ano decidiram realizar a visita porque sentiram falta dessas atividades. “Nós não fazíamos por obrigação e, sim, porque gostávamos. Logo, resolvemos fazer projetos sociais por conta própria com a ajuda de Cristina [Abrunhosa]. Esse já é o segundo ano que fazemos isso e estamos adorando cada lugar novo que encontramos”, disse a aluna Maira de Deus.
Acompanhados pela professora Cristina Abrunhosa, coordenadora do Projeto Social, os alunos levaram presentes, lanches e jogos para garantir a diversão das crianças da Casa de Ajuda, que têm entre cinco e dez anos. “Nós brincamos com eles, jogamos futebol, jogos de memória e outros joguinhos educativos que levamos”, contou Maira. O grupo também conheceu as instalações da instituição, a rotina das crianças e tiveram um papo sério sobre desenhos animados. “Nos sentimos velhos porque os desenhos que eles veem não são os mesmos que nós conhecemos. Falávamos o que víamos quando éramos crianças e eles olhavam para a gente com uma cara de ‘Hã?! Tia, tá falando grego?’”, divertiu-se Maira.
A turma sabe que a realidade das instituições é muito parecida. Crianças, jovens, idosos e até mesmo os animais abandonados que contam com o apoio de casas de acolhimento precisam de muito mais que doações de roupas e alimentos. Todos necessitam de carinho e atenção. “Ajudar é sempre bom. E, para a gente que nunca passou por nenhuma dificuldade, conseguir arrancar um sorriso de uma criança com apenas um brinquedo novo, um beijo no rosto e uma pelada de futebol é super prazeroso. Posso te dizer que a ânsia de ajudar o próximo e querer sair desse nosso mundo e ver novos ares foi o que nos motivou”, revelou Maira.
E a experiência foi ótima para todos os lados. As crianças adoraram os visitantes. “Eles não queriam que a gente fosse embora”, contaram Cristina e Maira. Já os alunos, saíram realizados por proporcionar momentos tão especiais e, em troca, ver a satisfação no rosto das crianças.
Parabéns, pessoal! Estamos orgulhosos da iniciativa de vocês!

Em atividade do Projeto Social, 6º M conhece de perto o trabalho do Lar Vida

Os alunos do 6º ano M foram ao Lar Vida, uma casa de acolhimento para portadores de necessidades especiais e distúrbios comportamentais, e viram de perto o trabalho realizado, além de conhecer crianças, jovens e adultos beneficiados pela instituição. A visita foi uma das atividades do Projeto Social do Anglo, coordenado pela professora de Sociologia Cristina Abrunhosa.
Empolgados com a atividade, os alunos usaram fantasias para alegrar os residentes e planejaram algumas brincadeiras. “Alguns levaram violão para cantar cantigas de roda, outros levaram folhas de cartolina e lápis de cor para desenhar”, listou Cristina. No abrigo, os alunos foram recebidos pelos residentes e alguns de seus acompanhantes, além do professor de Educação Física do Lar Vida Leonardo Vieira, que entrou na brincadeira junto com as crianças. “Leonardo realizou atividades pedagógicas em que cada aluno nosso auxiliava um residente”, disse Cristina.
Depois das brincadeiras, nada melhor que um lanche para repor as energias. A turma levou bolo de chocolate, pãezinhos, salgadinhos e brigadeiros para compartilhar. Como os moradores do Lar Vida têm uma rotina que deve ser respeitada, eles não puderam saborear o lanche quando foi oferecido, no final da manhã, pois já estava no horário do almoço. Mas, as deliciosas guloseimas foram adequadamente guardadas para serem servidas no lanche da tarde.
A professora Cristina avaliou a saída de forma bastante positiva: “Foi ótimo! Nossa turminha interagiu bastante com os residentes e todos se divertiram”, afirmou. Para os alunos, o encontro foi muito mais que diversão, foi uma verdadeira lição de vida. De acordo com Ana Luísa Mattos, a visita deixou a importante mensagem de dar valor às coisas  que conquistamos e a nossas atividades diárias. “A gente tem que valorizar quem somos e o que temos porque muitos queriam as mesmas chances e não podem porque têm alguma limitação”, disse.
“Nós vimos vários casos de superação. Pessoas que, apesar de suas limitações físicas, querem fazer as mesmas coisas que todo mundo e lutam por isso. Conhecemos, por exemplo, um menino que tem uma deficiência nos pés, mas gosta de jogar futebol e a forma que ele encontrou para participar foi jogar com as mãos”, contou Arthur Cardoso. Segundo ele, essa experiência o fez valorizar e agradecer anda mais até mesmo pelas coisas simples que tem.
Já Maria das Graças da Silva afirmou que, em sua opinião, não devemos ter pena dessas pessoas, mas sim orgulho da força de vontade de todos eles. “Eles se esforçam muito para garantir avanços positivos. Por isso, devemos nos orgulhar muito pelo exemplo deles”, pontuou a aluna.
O Lar Vida, localizado na Estrada Velha do Aeroporto, abriga aproximadamente 130 pessoas portadoras de necessidades físicas e distúrbios de comportamento. Os residentes recebem terapia ocupacional, participam das aulas na escolinha e, através de convênios com escolas profissionalizantes e faculdades nas áreas de enfermagem e fisioterapia, têm acesso a outros serviços.
Para conhecer melhor o Lar Vida ou colaborar com esse trabalho, entre em contato pelo telefone (71) 3393-3342. Eles aceitam doações de alimentos e itens diversos, além de ajuda voluntária profissional e, claro, carinho e atenção.