Tudo sobre os Projetos Sociais desenvolvidos pelo Colégio Anglo-Brasileiro

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Vinte alunos do 2º EM foram ao município de Feira de Santana para construir duas casas emergenciais. As residências, destinadas a moradores de comunidades carentes, são fruto da parceria entre o nosso Projeto Social e a ONG TETO Brasil. Foram dois dias de intenso trabalho braçal e reflexões sobre a realidade do Brasil. A experiência marcou definitivamente a vida dos jovens e eles compartilharam um pouco do aprendizado com os colegas num encontro realizado no auditório do Anglo.
Dois grupos de dez alunos cada, acompanhados pelos professores Cristina Abrunhosa e Jailon Gama, participaram da construção nas comunidades Sonho Real e Chico Pinto. “A ação com a TETO também envolve dinâmicas de grupo e discussões. O tema desta edição foi ‘Violência policial nas comunidades’. A ideia é, justamente, vivenciar e se aproximar dessa realidade que é tão diferente da nossa”, pontuou a professora Cristina.
Para os alunos, a experiência foi inesquecível. “O que a gente fez ajudou muito a comunidade, mas, na verdade, o que acho mais importante é que ajudou muito a gente. Vimos as condições em que eles vivem, as dificuldades que passam e isso se transformou num crescimento pessoal muito grande para a gente. Agradecemos muito a Cristina, a Jailon e ao Anglo por terem nos dado a oportunidade de ver essa outra face do mundo”, disse Laura Cassaro.
Amanda Aragão destaca que não é apenas o esforço físico. O sucesso da iniciativa depende de muitos sentimentos. “É uma experiência enriquecedora. É muito mais que construir uma casa, é ver uma realidade que parece só existir em gráficos. É lindo que com tanto amor, carinho e dedicação, não apenas força, a gente consegue erguer um novo começo para as pessoas”, afirmou.
Para João Victor Perrone, o mais chocante foi perceber a desigualdade social. “A gente precisa de tanta coisa para ficar contente, enquanto os moradores da comunidade choraram de felicidade por uma casa pequena”, acrescentou. João Pedro Dazzani revelou que, assim como os colegas, ficou bastante cansado, mas a satisfação em ajudar compensou o esforço. “Honestamente, trabalhei mais nesses dois dias do que em toda a minha vida, mas tudo valeu a pena. É algo que eu poderia fazer novamente, com prazer, todo final de semana”, garantiu.
A professora e uma de nossas diretoras Débora Guimarães parabenizou todos os alunos do 2º EM pela dedicação a iniciativa. “A maneira como vocês abraçaram esse projeto é maravilhosa. Chorei várias vezes enquanto ouvia os depoimentos. A escola quer contribuir com a formação de vocês, inclusive, desenvolvendo essa consciência social, esse olhar para o outro. Que todos os alunos do 2º EM se sintam abraçados e recebam um agradecimento do Anglo por essa vontade, essa garra. Isso é muito emocionante!”, pontuou Débora.
O projeto – A parceria entre o Anglo e a TETO Brasil teve início em 2016. Quem apresentou o projeto ao colégio foi uma das nossas ex-alunas. Ano passado, construímos uma casa. Este ano, nos desafiamos a erguer duas casas e conseguimos. Arrecadamos R$ 13.000,00 para a construção. Os alunos do 2º ano EM foram responsáveis por levantar e gerir o dinheiro, mas toda a comunidade escolar se envolveu e colaborou.
A construção de moradias emergenciais em comunidades de extrema pobreza é uma das ações da TETO, presente em 19 países da América Latina. Todos os anos, a ONG oferece a alunos de diferentes escolas a oportunidade de participar da atividade. Para cada casa, dez jovens estudantes e um adulto se voluntariam para pôr as mãos na massa e trabalhar junto com os representantes da ONG e moradores da comunidade.
A casa emergencial tem 6,1 x 3 m e é feita de madeira. O imóvel não é uma solução definitiva para a falta de moradia. É apenas o primeiro passo para o trabalho em conjunto. A ideia é que, com uma habitação mais digna, as famílias possam readquirir sua autoestima e começar a batalhar por mais qualidade de vida e um melhor lugar para morar.
O Anglo agradece a todos os envolvidos nessa experiência incrível. Que venha 2018” Ainda há muitas casas e sonhos a serem erguidos.
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O Projeto Social e o Grêmio Estudantil Anglo-Brasileiro (Geab) estão organizando uma campanha solidária juntos e convocam toda a comunidade escolar a se envolver nessa iniciativa. É simples colaborar! Vamos arrecadar notas fiscais para o Lar Maria Luíza, instituição de acolhimento a idosos localizada no bairro de Canabrava. Traga suas notas e deposite na urna que está no pátio da entrada do colégio. Vamos ajudar!


Missão cumprida! É com muita alegria e orgulho que o Anglo comunica que a meta de arrecadação para a construção de duas moradias de emergência foi alcançada. Conseguimos R$ 13.000,00! Os alunos do 2º ano EM foram responsáveis por levantar e gerir o dinheiro, mas toda a comunidade escolar se envolveu e colaborou com a parceria entre o nosso Projeto Social e a ONG TETO Brasil.
Agora, mãos à obra. Em novembro, dois grupos de dez alunos do 2º EM, acompanhados pela coordenadora do Projeto Social, professora Cristina Abrunhosa, e pelo professor Jailon Gama, vão passar um final de semana numa comunidade carente e ajudar moradores construindo uma casa. Eles também vão conhecer melhor a realidade local, discutir os problemas enfrentados pela comunidade e debater sobre como seria possível transformar a vida das pessoas.
A construção de moradias emergenciais em comunidades de extrema pobreza é uma das ações da TETO, presente em 19 países da América Latina. Todos os anos, a ONG oferece a alunos de diferentes escolas a oportunidade de participar da atividade. Para cada casa construída, dez jovens estudantes e um adulto se voluntariam para pôr as mãos na massa e trabalhar junto com os representantes da ONG e moradores da comunidade.
A casa emergencial tem 6,1 x 3 m e é feita de madeira. O imóvel não é uma solução definitiva para a falta de moradia. É apenas o primeiro passo para o trabalho em conjunto. A ideia é que, com uma habitação mais digna, as famílias possam readquirir sua autoestima e começar a batalhar por mais qualidade de vida e um melhor lugar para morar.
Parabéns para toda a comunidade escolar!

Da infância e juventude numa família de classe média até a criação de um dos maiores hospitais públicos do país. A história de Irmã Dulce é marcada por capítulos repletos coragem, solidariedade e amor ao próximo. Os alunos do 7º ano G visitaram o Memorial dedicado à freira baiana, onde conheceram sua trajetória de vida. A saída foi parte do nosso Projeto Social.
Acompanhados pela coordenadora do Projeto Social do Anglo, professora Cristina Abrunhosa, os alunos começaram a visita pela capela onde Irmã Dulce foi sepultada. Um monitor do Memorial apresentou o espaço e guiou os alunos por todas as salas do local.
Os alunos viram fotos de Irmã Dulce criança e sua família, conheceram o quarto em que ela dormia e descobriram curiosidades sobre ela. A freira era fã de futebol e torcia para o Ypiranga, um dos tradicionais times baianos.
A turma viu, ainda, o hábito com o qual Irmã Dulce foi sepultada. O corpo da freira foi exumado como parte do processo de beatificação. Nessa ocasião, a roupa original foi substituída e colocada na exposição.
O local onde ficava o galinheiro que deu início às Obras Sociais foi outros dos locais visitados. Irmã Dulce invadiu cinco casas na Ilha dos Ratos para abrigar doentes que ela recolhia nas ruas de Salvador. Expulsa das casas e sem ter para onde levar seus doentes, ela peregrinou por Salvador durante dez anos até conseguir espaço num galinheiro, ao lado do Convento Santo Antônio, para cuidar de 70 pessoas. Foi assim que teve origem as Obras Sociais Irmã Dulce.
Conheça o Memorial
Inaugurado em 1993, o Memorial Irmã Dulce é uma exposição permanente sobre o legado de amor e caridade da religiosa, reunindo mais de 800 peças que ajudam a preservar e manter vivos os seus ideais. O hábito usado por ela, fotografias, documentos e objetos pessoais são algumas das peças do acervo. O espaço é aberto à visitação de terça a domingo, das 10h às 17h.

Os alunos das turmas do 6º ano visitaram as creches Béu Machado e Casa da Luz. A saída foi parte das atividades do Projeto Social do Anglo, coordenado pela professora Cristina Abrunhosa.
O 6º C foi para a Creche Béu Machado, enquanto o 6º L conheceu a Creche Casa da Luz. “Nas duas visitas, os nossos alunos e as crianças de cada instituição se sentiram super à vontade, brincando livremente e transitando de uma sala para a outra, aproveitando os espaços comuns. Em ambos os casos, pelas crianças serem espontâneas, foi muito enriquecedor”, disse a professora Cristina.
Cristina contou que os alunos ficaram surpresos com o tamanho das creches, que são bem espaçosas. “No ano anterior, a maior parte dos alunos já havia conhecido a Creche Tia Emília que, fisicamente, é bem pequena. Com essas duas, eles ficaram admirados por serem bem maiores”, destacou.
Os alunos prepararam um lanche e levaram para as creches. Na Béu Machado, a turma pode lanchar com as crianças. Já na Casa da Luz, eles não puderam lanchar juntos, já que a merenda na parte da manhã não faz parte da rotina do lugar. Mas, o delicioso lanche ficou para o turno da tarde. Os alunos também doaram para a Casa da Luz os alimentos arrecadados no Free Dress.

Deixar o filho adolescente passar um final de semana inteiro num local desconhecido, realizando uma atividade diferente, não é fácil para os pais. Para levar um pouco mais de tranquilidade às famílias e tirar todas as dúvidas sobre o projeto e a construção de moradias emergenciais, representantes da ONG TETO Brasil participaram de uma reunião no Anglo.
Segurança
A maior preocupação dos pais é quanto à segurança dos jovens. Para evitar possíveis problemas, a TETO, antes de levar os voluntários para a comunidade, estabelece uma relação de parceria e confiança com as lideranças locais. Nos dias que antecedem a construção, a ONG entra em contato com as forças policiais responsáveis pela segurança na região, alertando e informando todos os detalhes sobre o evento.
Os voluntários também seguem um protocolo de segurança, determinado pela ONG. Os alunos não podem circular pela comunidade sozinhos porque, afinal, a maioria deles não conhece a vizinhança. O trajeto entre a escola e a construção foi pré-definido e deve ser obedecido.
Além disso, uma equipe de voluntários percorre a construção lembrando a todos de usar equipamentos de proteção, como luvas e capacetes, o uso do protetor solar ou capa de chuva e deixando água para beber. Caso alguém precise de cuidados médicos, as UPAs e hospitais da região já foram previamente mapeados e o deslocamento será feito de forma rápida.
Parceria
Em novembro, 20 alunos do 2º EM, divididos em dois grupos, irão construir duas moradias emergenciais. Os jovens serão acompanhados pela coordenadora do Projeto Social, professora Cristina Abrunhosa, e pelo professor Jailon Gama. O trabalho é fruto da parceria do nosso Projeto Social com a TETO.
Os alunos sairão na sexta à noite, de ônibus, junto com outros voluntários, em direção à comunidade onde as casas serão construídas. Lá, eles passarão o final de semana alojados num colégio público local. Serão dois dias de bastante trabalho e muita reflexão. Além de ajudar na construção junto com os moradores, os alunos vão participar de rodas de conversa nas quais irão discutir a realidade da região e problemas sociais.
Ainda não foram definidas para quais comunidades nossos alunos irão. A previsão da TETO Brasil é que os destinos sejam informados no final de setembro.

Os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental II receberam seis jovens atendidos pela ONG Paciência Viva para compartilhar com eles o que estão aprendendo no projeto Química Empresarial. No primeiro encontro, realizado na semana passada, eles bateram um papo sobre empreendedorismo.
As duas empresas do 9º ano, Aloha (9º Si) e Kosmos (9º Se), prepararam uma apresentação mostrando o passo a passo para criar um negócio de sucesso. Os alunos usaram como exemplos seus próprios empreendimentos e outras companhias já conhecidas. Na Aloha e na Kosmos, os três principais departamentos são Orçamento e compras, Marketing e Contabilidade. Para ocupar os cargos disponíveis em cada setor, os alunos se dividiram por afinidade.
Na apresentação, também foram abordados conceitos como lucro, responsabilidade social, a importância de ter uma boa equipe de trabalho e realizar pesquisas de mercado para o bom desenvolvimento da empresa. Atentos na plateia, os jovens da Paciência Viva anotaram os principais pontos da aula. E a expectativa para a próxima atividade é grande. “Eles gostaram muito de ver como é difícil construir uma empresa. Mas, na verdade, o que eles mais querem é ver o passo a passo de como fazer os produtos”, disse Roberto Rosa, vice-presidente e instrutor da ONG, que acompanhou os meninos ao colégio.
A espera já está acabando! O próximo encontro com o grupo vai ser nesta quinta-feira, 24. Os jovens da Paciência Viva virão ao laboratório de Ciências aprender com os nossos alunos as técnicas de produção de sabonetes, perfumes e outros cosméticos.
Conheça o projeto – Coordenado pela professora de Ciências, Carol Freitas, e pelo professor de Matemática, Wellington Marinho, o projeto Química Empresarial transforma os estudantes em jovens empresários do mercado de cosméticos. Ao longo de todo o ano letivo, os alunos do 9º EF II vivem uma experiência de empreendedorismo, com todos os desafios e responsabilidades de montar o próprio negócio. Ao final, a produção será comercializada numa feira realizada no colégio.
Conheça a Paciência Viva – Atuando há 17 anos, a ONG Paciência Viva atende jovens em situação de risco no bairro do Rio Vermelho. Os atendidos pela instituição participam de atividades que abordam a preocupação social e ambiental. Eles também têm aulas de futebol de areia e rugby no contraturno do colégio. Para saber mais sobre a Paciência Viva e conferir como colaborar com o projeto, entre em contato com Roberto (71 9 8713-9405) ou com o presidente da Paciência Viva, Cláudio Deiró (71 9 8834-9114).