Da infância e juventude numa família de classe média até a criação de um dos maiores hospitais públicos do país. A história de Irmã Dulce é marcada por capítulos repletos coragem, solidariedade e amor ao próximo. Os alunos do 7º ano G visitaram o Memorial dedicado à freira baiana, onde conheceram sua trajetória de vida. A saída foi parte do nosso Projeto Social.
Acompanhados pela coordenadora do Projeto Social do Anglo, professora Cristina Abrunhosa, os alunos começaram a visita pela capela onde Irmã Dulce foi sepultada. Um monitor do Memorial apresentou o espaço e guiou os alunos por todas as salas do local.
Os alunos viram fotos de Irmã Dulce criança e sua família, conheceram o quarto em que ela dormia e descobriram curiosidades sobre ela. A freira era fã de futebol e torcia para o Ypiranga, um dos tradicionais times baianos.
A turma viu, ainda, o hábito com o qual Irmã Dulce foi sepultada. O corpo da freira foi exumado como parte do processo de beatificação. Nessa ocasião, a roupa original foi substituída e colocada na exposição.
O local onde ficava o galinheiro que deu início às Obras Sociais foi outros dos locais visitados. Irmã Dulce invadiu cinco casas na Ilha dos Ratos para abrigar doentes que ela recolhia nas ruas de Salvador. Expulsa das casas e sem ter para onde levar seus doentes, ela peregrinou por Salvador durante dez anos até conseguir espaço num galinheiro, ao lado do Convento Santo Antônio, para cuidar de 70 pessoas. Foi assim que teve origem as Obras Sociais Irmã Dulce.
Conheça o Memorial
Inaugurado em 1993, o Memorial Irmã Dulce é uma exposição permanente sobre o legado de amor e caridade da religiosa, reunindo mais de 800 peças que ajudam a preservar e manter vivos os seus ideais. O hábito usado por ela, fotografias, documentos e objetos pessoais são algumas das peças do acervo. O espaço é aberto à visitação de terça a domingo, das 10h às 17h.
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