Tudo sobre os Projetos Sociais desenvolvidos pelo Colégio Anglo-Brasileiro

Monthly Archives: Agosto 2017

Os alunos das turmas do 6º ano visitaram as creches Béu Machado e Casa da Luz. A saída foi parte das atividades do Projeto Social do Anglo, coordenado pela professora Cristina Abrunhosa.
O 6º C foi para a Creche Béu Machado, enquanto o 6º L conheceu a Creche Casa da Luz. “Nas duas visitas, os nossos alunos e as crianças de cada instituição se sentiram super à vontade, brincando livremente e transitando de uma sala para a outra, aproveitando os espaços comuns. Em ambos os casos, pelas crianças serem espontâneas, foi muito enriquecedor”, disse a professora Cristina.
Cristina contou que os alunos ficaram surpresos com o tamanho das creches, que são bem espaçosas. “No ano anterior, a maior parte dos alunos já havia conhecido a Creche Tia Emília que, fisicamente, é bem pequena. Com essas duas, eles ficaram admirados por serem bem maiores”, destacou.
Os alunos prepararam um lanche e levaram para as creches. Na Béu Machado, a turma pode lanchar com as crianças. Já na Casa da Luz, eles não puderam lanchar juntos, já que a merenda na parte da manhã não faz parte da rotina do lugar. Mas, o delicioso lanche ficou para o turno da tarde. Os alunos também doaram para a Casa da Luz os alimentos arrecadados no Free Dress.
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Deixar o filho adolescente passar um final de semana inteiro num local desconhecido, realizando uma atividade diferente, não é fácil para os pais. Para levar um pouco mais de tranquilidade às famílias e tirar todas as dúvidas sobre o projeto e a construção de moradias emergenciais, representantes da ONG TETO Brasil participaram de uma reunião no Anglo.
Segurança
A maior preocupação dos pais é quanto à segurança dos jovens. Para evitar possíveis problemas, a TETO, antes de levar os voluntários para a comunidade, estabelece uma relação de parceria e confiança com as lideranças locais. Nos dias que antecedem a construção, a ONG entra em contato com as forças policiais responsáveis pela segurança na região, alertando e informando todos os detalhes sobre o evento.
Os voluntários também seguem um protocolo de segurança, determinado pela ONG. Os alunos não podem circular pela comunidade sozinhos porque, afinal, a maioria deles não conhece a vizinhança. O trajeto entre a escola e a construção foi pré-definido e deve ser obedecido.
Além disso, uma equipe de voluntários percorre a construção lembrando a todos de usar equipamentos de proteção, como luvas e capacetes, o uso do protetor solar ou capa de chuva e deixando água para beber. Caso alguém precise de cuidados médicos, as UPAs e hospitais da região já foram previamente mapeados e o deslocamento será feito de forma rápida.
Parceria
Em novembro, 20 alunos do 2º EM, divididos em dois grupos, irão construir duas moradias emergenciais. Os jovens serão acompanhados pela coordenadora do Projeto Social, professora Cristina Abrunhosa, e pelo professor Jailon Gama. O trabalho é fruto da parceria do nosso Projeto Social com a TETO.
Os alunos sairão na sexta à noite, de ônibus, junto com outros voluntários, em direção à comunidade onde as casas serão construídas. Lá, eles passarão o final de semana alojados num colégio público local. Serão dois dias de bastante trabalho e muita reflexão. Além de ajudar na construção junto com os moradores, os alunos vão participar de rodas de conversa nas quais irão discutir a realidade da região e problemas sociais.
Ainda não foram definidas para quais comunidades nossos alunos irão. A previsão da TETO Brasil é que os destinos sejam informados no final de setembro.

Os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental II receberam seis jovens atendidos pela ONG Paciência Viva para compartilhar com eles o que estão aprendendo no projeto Química Empresarial. No primeiro encontro, realizado na semana passada, eles bateram um papo sobre empreendedorismo.
As duas empresas do 9º ano, Aloha (9º Si) e Kosmos (9º Se), prepararam uma apresentação mostrando o passo a passo para criar um negócio de sucesso. Os alunos usaram como exemplos seus próprios empreendimentos e outras companhias já conhecidas. Na Aloha e na Kosmos, os três principais departamentos são Orçamento e compras, Marketing e Contabilidade. Para ocupar os cargos disponíveis em cada setor, os alunos se dividiram por afinidade.
Na apresentação, também foram abordados conceitos como lucro, responsabilidade social, a importância de ter uma boa equipe de trabalho e realizar pesquisas de mercado para o bom desenvolvimento da empresa. Atentos na plateia, os jovens da Paciência Viva anotaram os principais pontos da aula. E a expectativa para a próxima atividade é grande. “Eles gostaram muito de ver como é difícil construir uma empresa. Mas, na verdade, o que eles mais querem é ver o passo a passo de como fazer os produtos”, disse Roberto Rosa, vice-presidente e instrutor da ONG, que acompanhou os meninos ao colégio.
A espera já está acabando! O próximo encontro com o grupo vai ser nesta quinta-feira, 24. Os jovens da Paciência Viva virão ao laboratório de Ciências aprender com os nossos alunos as técnicas de produção de sabonetes, perfumes e outros cosméticos.
Conheça o projeto – Coordenado pela professora de Ciências, Carol Freitas, e pelo professor de Matemática, Wellington Marinho, o projeto Química Empresarial transforma os estudantes em jovens empresários do mercado de cosméticos. Ao longo de todo o ano letivo, os alunos do 9º EF II vivem uma experiência de empreendedorismo, com todos os desafios e responsabilidades de montar o próprio negócio. Ao final, a produção será comercializada numa feira realizada no colégio.
Conheça a Paciência Viva – Atuando há 17 anos, a ONG Paciência Viva atende jovens em situação de risco no bairro do Rio Vermelho. Os atendidos pela instituição participam de atividades que abordam a preocupação social e ambiental. Eles também têm aulas de futebol de areia e rugby no contraturno do colégio. Para saber mais sobre a Paciência Viva e conferir como colaborar com o projeto, entre em contato com Roberto (71 9 8713-9405) ou com o presidente da Paciência Viva, Cláudio Deiró (71 9 8834-9114).

Responsabilidade social é um conceito indispensável para empresas que querem crescer com sucesso e compartilhar seus valores, beneficiando uma coletividade. Os jovens empreendedores da Aloha (9º Si) e Kosmos (9º Se), as corporações do Química Empresarial, estão atentos ao conceito e o incluíram nas suas iniciativas. Na próxima semana, as turmas vão receber jovens da ONG Paciência Viva para compartilhar com eles tudo que estão aprendendo no projeto.
Cinco jovens da Paciência Viva, instituição parceira do Projeto Social do Anglo, virão ao colégio para conhecer de perto as atividades do Química Empresarial. Na terça-feira, 15, os alunos do 9º ano vão apresentar o projeto e falar sobre as etapas de abertura e desenvolvimento da empresa, como a criação das logomarcas e as pesquisas de opinião com o público para definir a produção.
Na semana seguinte, dia 24 de agosto, o grupo irá ao laboratório de Ciências aprender com os nossos alunos as técnicas de produção de sabonetes, perfumes e outros cosméticos. “As turmas vão mostrar como é o processo produtivo no laboratório, com os equipamentos e as matérias-primas que temos aqui, mas, também, vão apresentar alternativas de substituição de alguns utensílios por outros mais acessíveis e que não alteram a qualidade do produto final. Esse cuidado será tomado para que a fabricação desses produtos em outros locais não seja inviabilizada”, destacou a professora de Ciências, Carol Freitas. Após esses encontros, os jovens da Paciência Viva estarão aptos a compartilhar o conhecimento com outros adolescentes atendidos pela ONG.
Apoio ao Martagão Gesteira – Além da parceria com a Paciência Viva, a turma do 9º Se escolheu ajudar, também, o Hospital Martagão Gesteira. Os alunos vão criar uma linha especial de produtos, cujo valor arrecadado com a venda será totalmente doado para a instituição médica.
Conheça o projeto – Coordenado pela professora de Ciências, Carol Freitas, e pelo professor de Matemática, Wellington Marinho, o projeto Química Empresarial transforma os estudantes em jovens empresários do mercado de cosméticos. Ao longo de todo o ano letivo, os alunos do 9º EF II vivem uma experiência de empreendedorismo, com todos os desafios e responsabilidades de montar o próprio negócio. As turmas já começaram a vender as ações. A expectativa é que, na próxima semana, tenha início a etapa de compras de matérias-primas para a fabricação dos cosméticos.
Ao final, a produção será comercializada numa feira realizada no colégio. O lucro obtido será repassado aos acionistas (capital investido somado a 30% de rendimento), usado em atividades escolares dos próprios alunos como o Jantar das Nações e a formatura ou confraternização de encerramento do 9º ano, ou ainda doado aos Projetos Sociais apoiados pelo Anglo.

A parceria com do Projeto Social do Anglo com a ONG TETO Brasil foi renovada este ano e trouxe uma grande novidade: nosso desafio será dobrado porque vamos construir duas casas! “Isso é inédito nas escolas”, comemorou a coordenadora do nosso Projeto Social, professora Cristina Abrunhosa. A construção acontece em novembro.
A construção de moradias emergenciais em comunidades de extrema pobreza é uma das ações da TETO, presente em 19 países da América Latina. Todos os anos, a ONG oferece a alunos de diferentes escolas a oportunidade de participar da atividade. Para cada casa construída, dez jovens estudantes e um adulto se voluntariam para pôr as mãos na massa e trabalhar junto com os representantes da ONG e moradores da comunidade. No Anglo, como serão duas moradias, 20 alunos terão a chance de participar da experiência.
Parte do grupo que participou da construção em 2016
A atividade é uma imersão. Os voluntários passam um final de semana construindo a casa e conhecendo a realidade local. Eles participam de discussões sobre os problemas enfrentados pela comunidade e debatem sobre como seria possível transformar a vida das pessoas.
Para conseguirmos levantar as duas casas, vai ser preciso arrecadar R$ 13 mil. E toda a comunidade escolar pode colaborar. Desde o início do ano, as turmas do 2º EM vêm realizando ações para juntar o dinheiro necessário. Os alunos prepararam doces e geladinhos, que venderam durante os intervalos e em eventos como a Manhã de Lazer, e espalharam cofrinhos pelas salas de aula para que os colegas possam contribuir.
A casa emergencial tem 6,1 x 3 m e é feita de madeira. O imóvel não é uma solução definitiva para a falta de moradia. É apenas o primeiro passo para o trabalho em conjunto. A ideia é que, com uma habitação mais digna, as famílias possam readquirir sua autoestima e começar a batalhar por mais qualidade de vida e um melhor lugar para morar.